29/04/2014

Palestras sobre alimentação lowcarb/paleo em São Paulo


*Acompanhe novidades das próximas palestras na página do Facebook:
COMA COMIDA DE VERDADE


Ótima oportunidade para você conhecer mais sobre a alimentação lowcarb/paleo: ciclo de palestras em São Paulo, com dois médicos e uma nutricionista!

Eles querem tirar o rótulo de dieta da moda te mostrando porque comer comida de verdade é a solução a para emagrecer, manter o seu peso e cuidar da sua saúde! Além de quebrar alguns mitos, eles vão ensinar como começar e esclarecer suas dúvidas. E você ainda vai poder degustar um coffee-break totalmente saudável alinhado com receitas exclusivas da chef Camila do restaurante Cinco Bocas

Não fique de fora!
Além das palestras e do coffee-break iremos ter fornecedores de comida de verdade, vendendo diretamente aos participantes produtos como: legumes e verduras orgânicas higienizadas, manteiga de garrafa, óleo de coco, farinhas lowcarb e muito mais.

Entrega de brindes e sorteios de kits no final do evento!
E para quem precisar, vamos enviar um certificado de participação por e-mail!


Sobre a alimentação lowcarb/paleo
(por nutricionista Alice Dalpicolli)
É um modelo de alimentação que segue os princípios de um estilo de vida de milhões de anos, anterior ao desenvolvimento da agricultura, ao qual nosso organismo é geneticamente e naturalmente adaptado.
Prioriza-se o consumo de alimentos de verdade, isto é, os não industrializados e pouco processados, eliminando essencialmente açúcar, óleos vegetais, trigo e outros grãos. E se limita/restringe (mas não zera) o consumo de praticamente todos os alimentos fontes de carboidratos, inclusive frutas, em até 150g por dia.
Para compensar a ausência deste nutriente como fonte de energia para manter suas atividades diárias, inclusive exercícios físicos, se inclui alimentos ricos em gorduras, como gemas de ovos, castanhas e nozes, manteiga, azeite de oliva, óleo de coco, abacate, entre outros, em cerca de 70% do valor calórico total diário.

Saiba um pouco mais sobre os palestrantes:

  • Dr. José Carlos Stumpf Souto - Porto Alegre/RS
    Médico urologista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FGRS) em 1993, com pós-graduação em patologia experimental na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (FFFCMPA) e nos EUA.
    Atualmente com interesse especial sobre a interface entre nutrição e saúde, após constatar que as orientações dietéticas tradicionais (pirâmide alimentar, etc), não são baseadas em ciência e em evidências, e produzem mais malefícios do que benefícios.
    Autor do blog/referência Dieta Low-Carb e Paleolítica com mais de 2 milhões de acessos.

  • Dr. Thiago Goulart Lovalho - Belo Horizonte/MG
    Médico do Trabalho formado pela Universidade Federal de Minas Gerais em 2007, se especializando em nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e atualização em Promoção da Saúde pela Associação Brasileira de Promoção da Saúde (ABPS).
    Atualmente trabalha com atendimentos em consultórios e empresas com especial interesse em promoção da saúde através de estratégias de mudança de hábito de vida em especial alimentação Paleo/ Low-Carb. 

  • Nutricionista Alice Dalpicolli Rodrigues - Caxias do Sul/RS
    Graduada em nutrição pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) em 2008, com mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) em 2011.
    Atualmente trabalha com atendimentos clínicos individualizados em consultório e em academia, com foco em obesidade e co-morbidades, nutrição estética, funcional e esportiva, e com orientação de dieta Paleo/Primal/Low Carb & High Fat (LCHF).
    Mantém uma página pessoal no Facebook sobre nutrição diferenciada e também postas dicas em seu perfil do Instagram.

Inscrições e mais informações acesse o site:

http://even.tc/comacomidadeverdade


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Pinhão na frigideira

Isso aqui não é bem uma receita, e sim uma dica de como preparar o pinhão!

Semana passada fui com o namorado curtir o feriadão nas Serras Gaúchas, e entre vinhos, founde e chocolates, uma amiga minha que mora por lá me chamou para comer pinhão na chapa! Mas, por causas da programação do dia da excursão, não deu tempo pra isso!

Claro que eu fiquei super curiosa, e no caminho da volta paramos numa loja na estrada que vendia pinhão e eu comprei um saco com dois quilos! A minha ideia na hora, era de chegar em São Paulo e pedir para alguém cozinhar na panela de pressão pra mim, pois não tenho essa panela em casa e nem sinto necessidade de comprar uma.

Acabei postando sobre isso no Instagram, que não poderia fazer pinhão na chapa já que também não tenho fogão a lenha, e uma seguidora me ensinou a fazer na frigideira! Disse que não ficava igual, mas que chegava próximo ao pinhão na chapa que eles comem no sul do Brasil.

Testei a dica e foi super aprovada!
Achei que ficou bem melhor do que o pinhão cozido.

Modo de preparo:
  1. Lave o pinhão em água corrente
  2. Coloque-o numa frigideira com tampa e leve ao fogo baixo. 
  3. Mexa de vez em quando com a panela tampada mesmo.
  4. Quando notar que a casca começa a ficar queimadinha, tire do fogo.
  5. Para quebrar, espere esfriar um pouco e pressione o pinhão com a palma da mão numa tábua de madeira. Se não quebrar na hora, coloque um pouco mais no fogo!

27/04/2014

Cupcakes de 4 queijos

Meu presente: Cupcake Maker
Ganhei nesse final de semana do namorado uma máquininha elétrica de assar cupcakes!

Confesso que estranhei um pouco esse presente, pois, apesar de adorar o programa Guerra de Cupcakes do Discovery Home & Health, eu não tenho o hábito de comer esses bolinhos... mas o namorado disse que não comprou pelos cupckaes e sim pelas outras opções que podem ser feitas nela, como pão de queijo, tortinhas, empadinhas, petit gateu e outras receitinhas.

E como inventar e testar receitas na cozinha é comigo mesmo, lá fui eu... e, precisava fazer algo que agradasse a mim e ao namorado: então escolhi usar uma receita que veio junto no manual de instruções.

Claro que troquei alguns ingredientes por opcões mais saudáveis e dentro de uma alimentação paleo! E a ideia de colocar os 4 queijos foi do namorado que me ajudou a preparar.

Ah... e se você não tem essa máquina de assar, não tem problema! Dá para fazer tranquilamente no forno: a temperatura para assar cupcakes convencionais é por volta de 175ºC, e o tempo varia de 20 a 25 minutos. Caso você escolha fazer um mini cupcake tem que ajustar esse tempo e temperatura, ok?


Cupcakes de 4 queijos

Ingredientes
  • 2 ovos
  • 100 g de polvilho doce
  • 100 g de farinha de linhaça dourada
  • 2/3 de xícara de água
  • 30 g de manteiga
  • 1/3 colher de café de bicarbonato de sódio
  • 1 colher de chá de sal 
  • mix de 4 queijos ralados (provolone, cheddar, parmesão e gorgonzola) 

Modo de preparo
  1. Em um tigela grande bata os ovos com um fouet.
  2. Adicione o polvilho, a farinha de linhaça e água e misture bem.
  3. Derreta a manteiga (45 segundos no microondas) e acrescente na mistura junto com o sal e o bicarbonato.
  4. Por último coloque os queijos na massa.
  5. Distribua a massa nas forminhas e leve para assar. Como fiz na máquina de cupcakes, deixei por 11 minutos.



26/04/2014

Hambúrguer na manteiga

Já tem um tempinho que vi uma receita de hambúrguer de carne vermelha no programa Cozinha Prática da GNT. Prestei atenção pois era bem simples e diferente do que estou acostumada a fazer e pareceu ser delicioso, ou seja, ótima opção para fazer pro namorado!

Então, hoje resolvi testar, mas troquei alguns ingredientes... e como estou na minha fase carnívora, fiz um pra mim no almoço e amei! E depois de encher de fumaça todo o apartamento fritando ele no fogão, optei por tentar fazer ele assado.

O namorado aprovou as duas formas de preparo! Isso significa que a receita é bom mesmo, porque ele é bem chatinho pra comida, viu?

Ah, vou passar as quantidades que usei hoje, mas você pode fazer do seu jeito! Assim como variar o tamanho e peso de cada hambúrguer!

Hambúrguer na manteiga

     Ingredientes
  • 450 g de patinho moído
  • 450 g de acém moído
  • 2 colheres de sopa (20 g) de manteiga sem sal
  • 2 1/2 colheres de sopa de água
  • mix de pimentas ou pimenta do reino a gosto
  • sal a gosto

     Modo de preparo
  1. Em uma tigela, coloque as carnes, a água, a manteiga derretida (30 s no micro) e a pimenta e misture com as mãos.
  2. Modele os hambúrgueres com a mão, se quiser pode ir pressionando numa superfície plana e ir acertando para ele ficar redondo. Faça de acordo com o seu gosto, mas fino ou mais grosso. Mas lembre-se que o hambúrguer encolhe e infla um pouco na hora do cozimento. Outra dica é fazer uma marca no centro do hambúrguer depois de moldado pressionando o polegar para evitar que ele fique abaulado.
  3. Para preparar no fogão: espalhe um pouco de manteiga numa frigideira que tenha tampa e leve ao fogo bem alto. Quando a panela estiver bem quente, coloque o hambúrguer e salpique o sal por cima dele, tampando a panela em seguida. Deixe por um minuto e vire, se quiser coloque um pouco mais de sal. Vire sempre de minuto em minuto. Para um hambúrguer bem passado o tempo total de cozimento são 6 minutos. Para mal passado, vire menos vezes!
  4. Para preparar no forno: préaqueça o forno a 260/280 graus. Unte um assadeira antiaderente com manteiga, disponha os hambúrgueres e salpique um pouco de sal. Leve para assar por 15 minutos na grelha superior. Após esse tempo, vire, coloque mais sal se achar necessário e deixe no forno por mais 12 minutos. Lembrando, se quiser mal passado ou ao ponto, deixe por menos tempo!

     Dica
  • Se você gostar, coloque um pouco de cebola picada na hora de misturar a carne! Fiz assim para o meu, mas como o namorado não gosta de cebola, não acrescentei nessa receita.

25/04/2014

Brigadeiro de coco

Sugestão de presente!
Pra mim, o brigadeiro de coco é um dos melhores doces que já fiz até agora!

E olha que essa receita aconteceu ao acaso, quando num sábado a noite bateu uma vontade de beliscar alguma coisa diferente... para não sair da linha e atacar os doces do namorado em casa, fui pra cozinha e fiz um teste com coco e cacau. Ficou tão interessante que no dia seguinte aprimorei um pouco mais... e assim cheguei na versão sem lactose, a mais saborosa!

Então a primeira receita que eu vou passar ficou super do bem: sem glúten, sem lactose, sem açúcar, sem adoçantes, low carb e high fat! 

Ah... eu já estou há alguns meses sem consumir adoçantes e há quase um mês sem açúcar, então meu paladar pode ter alterado um pouco e por isso não senti necessidade de adoçar! Eu acho interessante você tentar fazer a receitinha sem adoçar num primeiro momento... mas se estranhar muito, adoce a próxima receita sem problemas (de preferência com adoçantes líquidos de sucralose ou stevia)!*

*Hoje em dia, eu não indico mais adoçantes. Para essa receita o açúcar de coco é a melhor opção, além de natural e combinar com os demais ingredientes, é mais saudável e com índice glicêmico baixo! (Observação adicionada em junho/15)

PS: essa receita pode variar um pouco por causa do tipo de coco ralado usado! Eu não tenho como indicar uma marca para utilizar, pois compro a granel. E mesmo assim, já senti diferenças entre produtos de duas lojas. Tem um coco ralado que não dá liga e fica mais complicado de enrolar. Mas não tem como identificar antes, só testando! 


Brigadeiro de coco - sem lactose


     Ingredientes
  • 60 g de coco seco ralado fino sem açúcar
  • 1 colher de sopa de óleo de coco extra virgem
  • 1 colher de sopa rasa de cacau em pó sem açúcar
  • pitada de sal
  • 5 colheres de sopa de leite de coco


     Modo de preparo
  1. Coloque o óleo de coco numa panela no fogo baixo e deixe esquentar.
  2. Acrescente o coco ralado e com ajuda de uma espátula de silicone vá amassando e misturando o coco com o óleo.
  3. Adicione o cacau em pó e a pitada de sal e continue mexendo e amassando.
  4. Quando o cacau estiver bem misturado com o coco, coloque o leite de coco e mexa mais.
  5. Tire do fogo e deixe esfriar naturalmente.
  6. Faça bolinhas com a mão e guarde na geladeira.

    

     Observações:
  • Se você quiser, não precisa fazer as bolinhas e pode até comer ele quentinho. Mas gelado e durinho ficou muito melhor.
  • Rendimento: vai depender do tamanho que você fizer as bolinhas. Eu modelei 8 brigadeiros num tamanho médio.
     Dica:
  • Quando fizer alguma receita usando o cacau em pó, procure colocar uma pitada de sal, pois ele realça o sabor desse ingrediente! 



Brigadeiro de coco com creme de leite

     Ingredientes
  • 60 g de coco seco ralado fino sem açúcar
  • 1 colher de sopa de manteiga sem sal
  • 1 colher de sopa rasa de cacau em pó sem açúcar
  • pitada de sal
  • 4 colheres de creme de leite fresco

    

      Modo de preparo
  • Faça da mesma forma da maneira da primeira receita, mas no lugar do óleo de coco, use a manteiga e ao invés de usar o leite de coco no final, coloque o creme de leite. Ah, se você quiser usar o creme de leite em lata, adicione e misture fora do fogo, assim você evita que ele talhe! 

24/04/2014

Panquecas sem glúten

E quem disse que precisamos de farinha de trigo para fazer panquecas?!
Dá pra substituir fácil esse ingrediente por outros e assim se deliciar com receitas mais saudáveis!
Já fiz duas massas de panquecas low-carb, sem glúten e sem lactose. Veja qual te agrada mais ou invente a sua receita!

Massa 1 com recheio de frango cremoso
Panquecas

     Opção 1 - Ingredientes:
  • 1 ovo
  • 1 colher de sopa de farinha de linhaça dourada
  • 1 colher de sopa de coco ralado fino sem açúcar
  • 3 colheres de sopa de água
  • sal a gosto

     Opção 2 - Ingredientes:
  • 1 ovo
  • 1 colher de sopa de farinha de linhaça dourada
  • 1 colher de sopa de farinha de berinjela
  • 4 colheres de sopa de água
  • sal a gosto

     Modo de preparo:
  1. Misture bem todos os ingrediente numa tigelinha com auxílio de um garfo ou fouet e reserve
  2. Unte uma frigideira com um pouco de óleo de coco ou manteiga e leve no fogo baixo
  3. Espalhe a massa na frigideira e quando estiver bem sequinha vire com ajuda de uma espátula
  4. Para rechear você pode tirar da frigideira e fazer fora do fogo quando a massa estiver pronta, ou se for usar queijo, por exemplo, pode colocá-lo no momento que virar. Veja as sugestões!

     Sugestões de recheios
Massa 2 recheada com queijo e atum
  • Frango cremoso: refogue cebola e alho na manteiga e acrescente peito de frango cozido desfiado. Depois acrescente creme de leite fresco, mostarda sem açúcar e azeitonas picadas. Coloque o recheio no centro da massa pronta e enrole.
  • Atum: na hora que virar a massa, coloque no centro da massa ainda no fogo: muçarela ralada ou em fatia, atum ralado e azeitonas picadas. Abafe com uma tampa para o queijo derreter e enrole a massa quando tirar do fogo. 

     Dica:
  • Depois de enroladas, regue com azeite e salpique um pouco de granola salgada.

Como limpar omeleteira, grill e sanduicheira

Meu namorado me mostrou essa dica de limpeza que viu na internet para usar em sanduicheiras elétricas e resolvi testar com a minha omeleteira.. e não é que deu super certo!


  • Assim que terminar de usar, tire da tomada e coloque um pano desses de pia bem úmido ocupando toda a parte suja. 
  • Feche e deixe o pano por pelo menos uma hora. Calma! Não pega fogo e nem queima o pano! 
  • Após esse tempo, abra, enxague o pano e passe ele sobre as superfícies... a sujeira sai bem mais fácil!
  • Por último, para secar, utilize papel toalha.

23/04/2014

Abobrinha com escarola

Temos muitas opções de legumes e verduras para consumir, com isso procuro variar os alimentos na semana, mas tem aqueles que estão quase sempre presentes na minha alimentação. A abobrinha italiana é um exemplo disso, pois além de saborosa acho ela muito prática na cozinha!

E o bom da abobrinha é que dá para variar sempre a receita, ou seja, fica difícil enjoar dela!

Abobrinha com escarola

     Ingredientes
  • 1 abobrinha italiana média cortada em cubinhos
  • 1 maço de escarola fatiada em tiras finas
  • 1 cebola média cortada em pedaços
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 colher de chá de alho picado
  • 2 colheres de sopa de vinho branco seco (opcional)
  • sal a gosto
  • mix de pimentas ou pimenta do reino

    Modo de preparo
  1. Derreta a manteiga em fogo baixo e coloque a cebola e o alho para dourar
  2. Misture a abobrinha e deixe cozinhar por 5 minutos com a panela tampada
  3. Acrescente a escarola, o sal e a pimenta e misture bem
  4. Após uns 3 minutos, adicione o vinho e deixe cozinhando sem tampa por 2 minutos

    Dicas
  • Escarola: na hora da compra observe se as folhas estão bem verdes e viçosas. Evite levar as que já estiverem amareladas e com manchas pretas!
  • Os vinhos brancos costumam ser mais versáteis para cozinhar do que os tintos e, de preferência utilize os secos. Deixe para usar os suaves em receitas que peçam esse tipo, como no caso das sobremesas!

Leia sempre o rótulo dos alimentos!

Eu sigo uma alimentação Paleo desde o começo do ano e sei que comida saudável é comida de verdade que não precisa de embalagens e rótulos. Mas na correria do dia a dia é quase impossível evitar todos os produtos industrializados.

É claro que priorizo o consumo de alimentos naturais. E isso é desde o meu processo de emagrecimento com a reeducação alimentar: verduras e legumes sempre ocuparam a maior parte das minhas refeições. O que mudou um pouco nesse ano foi que passei a evitar produtos como: pão de forma, barrinhas de cereais, biscoitinhos zero açúcar, mix de cereais, adoçantes, queijos processados....

Até minha ida no supermercado acabou mudando um pouco, quase não ando pelos corredores centrais... Alguns itens que eu ainda compro industrializados: azeite, vinagre, manteiga, leite de coco, creme de leite, cacau, entre outros. 

E para escolher o que vou colocar no meu carrinho, eu leio sempre o rótulo! Antes dava mais importância para a tabela nutricional, hoje em dia foco mais na lista de ingredientes e procuro comprar os industrializados menos nocivos e mais próximos aos naturais. Essa minha preocupação vai muito além de ser magra... é uma questão de saúde!

Para saber o que você realmente está comprando, separei algumas dicas de leitura de rótulo:

  • De preferência aos produtos que possuem no máximo 5 ingredientes.

  • Esses ingredientes tem que ser simples e conhecidos, ou seja, coisas que você facilmente poderia encontrar em alguma cozinha e, não em uma fábrica!

  • Evite comprar caso algum ingrediente listado for um nome estranho e praticamente impronunciável! Provavelmente esse ingrediente será irreconhecível pelo seu organismo também.

  • Não acredite em propagandas que falam que o produto é super benéfico para você! Lembre-se a preocupação do fabricante não é a sua saúde! É o lucro da venda do produto dele.

  • Os ingredientes são sempre listados em ordem decrescente, ou seja, do item que tem mais quantidade para o que tem menos no produto!

  • Cuidado com os truques de variações de nomes empregados pela indústria! Por exemplo, o açúcar também é xarope de glicose, frutose, sacarose, maltodextrina, dextrina, açúcar invertido, lactose, dextrose... tenha atenção dobrada na hora de comprar produtos rotulados como "zero açúcar".

  • Outro zero que pode confundir é o "zero gordura trans", que pode se referir apenas a porção indicada, então verifique na lista e se aparecer gordura vegetal hidrogenada nos ingredientes evite!

  • Não se engane com produtos industrializados enriquecidos com vitaminas e minerais. Prefira consumir esses itens de alimentos mais naturais.

  • Tenha cuidado com o consumo de aditivos alimentares, cuja a função não está relacionada com a nutrição. Itens como conservadores, estabilizantes, aromatizantes, acidulantes, entre muitos outros, só servem para modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais do produto!

  • Não consuma nada do que a sua bisavó não reconheceria como comida! Pense nisso na hora que estiver passeando pelos corredores do mercado.

Com esse hábito de ler os rótulos, já deixei de comprar e consumir muita porcaria! Penso demais antes de comer alguma coisa que tem pelo menos um item que poderá me fazer mal. Mas não sou de ferro e tenho vontades, então se opto por comer, faço isso de maneira consciente!

Ah, as datas de fabricação e validade também são muito importantes, mais um item para você ficar atento!

22/04/2014

Antepasto de berinjela com pão low-carb

Fiz essa receita de berinjela em casa já imaginando comer junto com um pãozinho... mas calma, um pão sem glúten bem simples de fazer! Então vou te ensinar as fazer as duas receitinhas aqui... mas você pode consumir do jeito que preferir! E o antepasto fica mais gosto de um dia pro outro, faça e guarde na geladeira para consumir no dia seguinte.

Antepasto de berinjela

     Ingredientes
  • 1 berinjela com casca cortada em cubinhos 
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 cebola picada 
  • alho a gosto
  • 1/2 xícara de água
  • 1/2 xícara de vinagre de maçã 
  • sal a gosto
  • pimenta do reino a gosto
  • azeite de oliva extra-virgem a gosto 

     Modo de preparo
  1. Aqueça a manteiga no fogo baixo e refogue a cebola e o alho.
  2. Quando estiverem douradinhos, acrescente a berinjela em cubinhos e misture.
  3. Acrescente a água, o vinagre o sal e a pimenta do reino e deixe cozinhando por uns 15 minutos.
  4. Retire do fogo e misture com bastante azeite.


Pão low-carb de micro

     Ingredientes
  •  1 ovo
  • 2 colheres de sopa de farinha de amêndoas (ou apenas trituradas)
  • 1 colher de sopa de farinha de linhaça dourada
  • 1 colher de sopa de gergelim 
  • 1 colher de sopa de cream cheese
  • sal a gosto
  • 1/2 colher de chá de fermento em pó

     Modo de preparo
  1. Misture bem todos os ingredientes num bowl com auxílio de um garfo ou fouet
  2. Despeje a massa numa forma de silicone ou algum potinho que possa ir no microondas e deixe por 2 minutos. Obs: para deixar o pão mais fininho eu dividi a massa em duas forminhas!

Como começar a sua mudança!

O que eu mais escuto desde quando comecei a emagrecer no ano passado é a pergunta: o que você fez para conseguir? Principalmente depois de um ano da transformação, quando todos estão vendo que mantenho o corpo que conquistei.

Mude seus hábitos e seja mais feliz!
Infelizmente, muitas pessoas ficam decepcionadas com a minha resposta, pois esperam que eu passe uma receita de dieta da moda ou indiquem um remédio milagroso. E eu já fui por esses caminhos inúmeras vezes antes e, posso afirmar, que não é o caminho correto, pois se você não mudar o seu estilo vida, de nada vai adiantar e você vai viver para sempre no efeito sanfona! 

E outra, para emagrecer não adianta ter pressa, pois não é uma mudança que acontece do dia para a noite... tudo foi acontecendo no seu tempo certo, sem grandes radicalismos.

Mas o principal para eu conseguir emagrecer foi aprender o que é o meu corpo, como ele funciona e como cuidar dele! E claro, sempre respeitando os meus limites.

Para quem quer começar, e não sabe por onde, e vou fazer algumas indicações no menu "Nas horas vagas" e também publicando conteúdos em "Minha alimentação".

Ah...e sempre procure um bom profissional para te ajudar!
Eu, inicialmente, mudei minha alimentação sem ajuda de nutricionista, mas com acompanhamento de exames analisados por médico, ou seja, sempre de olho na minha saúde!
Mas, mesmo com acompanhamento de um médico ou nutricionista, é bom você ter essa base de conhecimentos para evitar se enganado em consultas! Já fui em nutricionistas que tiravam da gaveta uma dieta pronta de 1200 calorias para emagrecer! 

Isso não existe, pois cada corpo funciona de um jeito! Somos únicos!
Por isso é importante você entender e conhecer cada vez mais sobre o assunto, pois a  nossa alimentação deve ser individualizada!  

17/04/2014

Uma medicina desumana

O último texto da série "O mito do colesterol" escrito pela nutricionista Alice Dalpicolli Rodrigues.
Perdeu algum texto? Não tem problema, clique aqui para começar!

O MITO DO COLESTEROL
por Alice Dalpicolli Rodrigues

Parte VIII - Final - Uma medicina desumana


Quantos anos passamos amedrontados pelo mito das gorduras, trocando pelos carboidratos industrializados, pães integrais, cereais e etc, sendo orientados a fazê-lo para ter saúde cardiovascular? Agora sabemos que foi uma grande “palhaçada”!

E mais, quando estas informações chegarão a todas as pessoas que foram levadas a acreditar que a saída para o risco da morte pelo infarto é baixar colesterol, baixando a ingesta de gorduras saturadas? Até quando vamos assistir profissionais na mídia aberta passando estas informações já completamente obsoletas e prejudiciais?

E não adianta aparecer com estudos científicos patrocinados por laboratórios! Basta que usemos o raciocínio:

  • olhar por aqueles que usam estas drogas por anos e ver a degeneração que sofrem;
  • olhar para os dados que demonstram que as pessoas mais longevas são aquelas que possuem níveis mais elevados de colesterol;
  • pensar na fisiologia pura e se dar conta de que níveis hormonais baixos de hormônios tireóideos elevam colesterol, níveis baixos de testosterona elevam colesterol;
  • a não produção dos hormônios dependentes do colesterol, leia-se TODOS os hormônios esteroidais, sexuais, só podem causar aumento do colesterol dentre diversas outras problemáticas que não devem ser esquecidas, só porque agora existe uma droga milagrosa que baixa colesterol e que pode ser usada, mesmo não tendo reduzido o número de pessoas que infartam.

Vamos voltar a fazer medicina holística, que busca as causas e não só trata e tenta resolver as consequências. Pois é, eu mesmo precisei tomar este choque para acordar e passar a enxergar a frente.

O cérebro humano é particularmente rico em colesterol – cerca de 25% de todo o colesterol do nosso organismo se encontra no cérebro. Cada célula e cada estrutura do cérebro e do resto do nosso sistema nervoso precisa do colesterol, não apenas para sua própria constituição mas também para realizar suas múltiplas funções. O desenvolvimento do cérebro e dos olhos do feto e do recém-nascido requer grande quantidade de colesterol. Se o feto não receber colesterol suficiente durante o seu desenvolvimento, a criança pode nascer com uma anomalia congênita, chamada ciclopia (desenvolvimento de apenas um olho).

O leite materno fornece muito colesterol, sendo então aos olhos da medicina atual, um alimento mortífero não é mesmo? Pois é, mas é o alimento mais completo que existe no mundo! Não apenas isso – o leite materno contém uma enzima específica que capacita o aparelho digestivo do bebê a absorver quase 100% desse colesterol, pois o desenvolvimento do cérebro e olhos da criança demanda enorme quantidade de colesterol.

A criança que for privada do colesterol durante a infância poderá ficar com a visão e as funções cerebrais prejudicadas. Os fabricantes de fórmulas para mamadeiras estão cientes desse fato, porém, seguindo o dogma anti-colesterol, produzem essas fórmulas com praticamente nada dessa substância.

E o pior, esta indústria é tão forte, que está sendo cogitado prescrever estas drogas também para crianças.

Falar mal do colesterol é tão normal e simples porque existe toda uma ideia de massa que apoia isso. Nossa saúde não tem sido privilegiada com nosso progresso científico moderno: quanto mais se investe em pesquisas para a saúde mais pessoas enfermas há neste mundo. Será mera fatalidade ou será que a saúde que importa é só a saúde econômica mesmo, fazendo com que sejamos cada dia mais dependentes das inovações “científicas” que as indústrias farmacêuticas alcançam?

O tema infelizmente parece controverso, pois mais de 90% dos profissionais de saúde simplesmente aprenderam que colesterol mata e se negam a revisar estes conceitos. Não estamos mais tratando pessoas individualmente, mas enquadrando-as em protocolos.

Uma medicina desumana…

16/04/2014

Omelete de polvilho com frango

Mais um omelete que fiz para os meus cafés da semana....

Omelete de polvilho com frango

  1. Bata com um garfo dois ovos inteiros numa tigelinha/bowl com uma pitada de sal 
  2. Acrescente 2 colheres de sopa de polvilho doce e misture bem junto com 1 colher de sopa de água quente Adicione 1 colher de sopa de farinha de linhaça e 1 colher de chá de óleo de coco 
  3. Acrescente um pouquinho de bicarbonato de sódio e misture bem
  4. Por último acrescente o peito de frango desfiado (ver abaixo) e coloque na omeleteira, já quente, por 12 minutos. Caso você não tenha a omeleteira elétrica, faça na fogão mesmo!

Peito de frango desfiado

Para fazer o peito de frango para usar nesse omelete, cortei o 500 g de filé em cubinhos e misturei com 1 colher de sobremesa de curry, 2 colheres de sopa de leite de coco e um pouco de sal. Deixei essa mistura curtindo por um tempinho e depois coloquei para cozinhar em fogo baixo com 1/2 xícara de água por 20 minutos.

Depois de cozido, desfiei com a mão mesmo. Sei que tem várias técnicas, inclusive de usar a batedeira para desfiar. Mas eu não tenho em casa, e estava com preguiça de sujar o processador nesse dia.
Outra solução pode ser bater o frango cozido com um martelo de carnes, mas eu também não tenho isso em casa.

15/04/2014

A ilusão das medicações

Essa é a parte VII da série "O mito do colesterol" escrito pela nutricionista Alice Dalpicolli Rodrigues.
Caso você chegou agora ou perdeu algum texto, de uma olhada na introdução e no índice!

O MITO DO COLESTEROL
por Alice Dalpicolli Rodrigues

Parte VII -A ilusão das medicações


Vamos falar sobre as Estatinas, drogas lançadas no mercado como a solução dos problemas cardíacos. Sabem o que essa classe de medicamentos alcançou de fato?

Efeitos colaterais e riscos (principais):
  • Nefrotóxicas
  • Hepatotóxicas
  • Aumento do catabolismo muscular (perda de massa muscular, pensem no malefício disso no caso do idoso que já tem uma situação de perda acelerada)
  • Risco aumentado para Rabdomiólise
  • Depletam os níveis de Coenzima Q10 (CoQ10) das mitocôndrias cardíacas *aqui um paradoxo, pois então gera outros problemas ao músculo cardíaco
  • Reduzem a força de contratibilidade cardíaca
  • Deprimem a capacidade de produção hormonal
  • Agravam as pausas humanas
  • Causam fadiga crônica
  • Fibromialgia
  • Poliartralgia

Querem desvendar a enganação? Conhecer a ilusão no marketing das medicações? Eis a propaganda de um dos principais medicamentos do gênero para baixar colesterol, tendo como garoto propaganda, o médico que desenvolveu o primeiro coração artificial do mundo.

O estudo trabalhou com 200 pessoas e teve duração de 40 meses. Dos 100 pacientes utilizando placebo, 3 tiveram infarto. Dos 100 pacientes utilizando atorvastatina, 2 tiveram infarto. O que isto significa? Que é preciso tratar 100 pacientes durante 3 anos ou 300 pacientes em 1 ano para prevenir 1 infarto! Não há diferença significativa entre a ocorrência de infarto entre quem usa medicação ou não.

Sabemos que o fundamental para redução de infartos não é isso, mas sim uma mudança no estilo de vida com alimentação anti-inflamatória, exercícios orientados regulares, técnicas de atenuação do estresse e boas condições de sono.

Em contrapartida:
  • São as drogas mais lucrativas na indústria farmacêutica;
  • Custo anual do “tratamento” por pessoa: 2500 a 3000 DÓLARES
  • Para manutenção do “efeito” terapêutico, estas substâncias têm que ser tomadas durante a vida toda;
  • Lucro anual nos Estados Unidos é de 30 bilhões de dolares;
  • Exames para dosar colesterol geram 10 bilhões de dólares por ano
              (File B. The Cholesterol Controversy. Satured fat may save your life. Heathwise Colorado Springs, 1999; 78-104)

Continua no próximo post:



14/04/2014

O colesterol é o grande culpado dos infartos?

Essa é mais um texto da série "O mito do colesterol" escrito pela nutricionista Alice Dalpicolli Rodrigues. Se você quiser acompanhar desde o começo clique aqui. ;)

O MITO DO COLESTEROL
por Alice Dalpicolli Rodrigues

Parte VI - O colesterol é o grande culpado dos infartos?

Em 1910:
  • Infarto era uma doença praticamente inexistente
  • Uso de gordura animal: 83%
  • Manteiga: 8Kg 
Em 1970:
  • Infarto virou a principal causa de morte dos EUA
  • Uso de gordura animal: 62%
  • Manteiga: 1,8Kg
  • Óleos Refinados Vegetais: aumento de 400%
(Fonte: Enig,Mary G.. Health and Nutritional Benefits from Coconut Oil, Price-Pottenger Nutrition Foundation Health Journal, 1998, 20:1:1-6)

Ok, agora se você não entendeu, saiba que o infarto era uma doença inexistente. Em 60 anos, virou a principal causa de morte nos Estados Unidos. O que aconteceu neste meio tempo?
  • Uso de gordura animal diminuiu
  • Uso de manteiga diminuiu absurdamente
  • ENTRARAM NO MERCADO OS “ÓTIMOS” ÓLEOS VEGETAIS REFINADOS, QUE AUMENTARAM EM 400%. É ESTES MESMOS QUE NOS FALAM PARA INGERIR (SOJA, CANOLA, MILHO, GIRASSOL, ALGODÃO…)

Bem, hoje já sabemos que o Infarto do Miocárdio não é uma doença do colesterol, e sim uma doença inflamatória. Estão agora confusos, sem entender mais nada? Pois é, infelizmente vai contra praticamente tudo que se houve a respeito, mas se raciocinarmos, é muito simples de chegar a conclusão que realmente não pode ser o colesterol o grande vilão da história, pois se assim fosse, os índices de infartos já teriam diminuído, uma vez que tudo que se faz é uma caça às bruxas em relação ao colesterol e, mesmo assim, a batalha está sendo perdida facilmente.

Pense, lembre daquela sua avó e avô, falecidos com 90 anos, se alimentando com banha de porco, quando nem se falava tanto em colesterol e, ainda bem, nunca foram medicados para que fossem diminuídos seus níveis. É, saibam que avaliando-se grupos de centenários, chegou-se a conclusão de que longevos possuem níveis de colesterol mais elevado do que os que falecem precocemente. Obviamente estamos falando aqui de níveis aceitáveis, não estou preconizando que tenhamos níveis absurdos ok? Até porque entenderão que níveis muito elevados são sinais de que algo está acontecendo de errado com seu metabolismo, muito provavelmente hormonal.

- Um dos maiores estudos já feitos no mundo com estatinas, evidenciou que baixar colesterol de fato não conseguiu ser convincente como forma de diminuir o infarto. Mas, sim baixou o colesterol (e daí??? Se não for para melhorar a prevenção, adianta baixar colesterol???);

- A maior parte dos infartados têm níveis de colesterol considerados NORMAIS;

- Muitas civilizações consomem 60 a 70% das calorias diárias oriundas de gorduras, apresentam altíssimos níveis de colesterol (>250), o que seriam níveis de risco para nossa medicina, entretanto NÃO possuem placas ateromatosas e também não têm nenhum sinal de doença cardiovascular, mesmo entre indivíduos de idade avançada.

Lembrem que colesterol existe no ser humano desde que homem é homem e que inexiste qualquer relato desta patologia até o final do século XIX. O primeiro caso de IAM foi documentado na Inglaterra em 1878, por Rudolf Virchow, um patologista alemão.

Evidências científicas:
  • Altos Índices de AVC hemorrágico em indivíduos com colesterol tido como normal (colesterol < 180 – D. Tirchwell, Seattle)

  • Altas taxas de depressão em mulheres com colesterol tido como normal (colesterol < 160 – Schwartz E, Duke University)

  • O consumo de gordura animal cresceu na Suíça, enquanto as taxas de Infarto declinaram (Medical Wordl News – June &, 1982)

  • Países com baixo consumo de colesterol como Israel e Chile, apresentaram altos índices de infarto

  • Nos países escandinavos, o consumo de gorduras foi substancialmente reduzido, enquanto a incidência de Infarto aumentou

Continua no próximo post:

13/04/2014

Frango cozido com cabotiã e pupunha

Sabe quando você abra a geladeira e não sabe o que vai preparar?
Foi assim com essa receita: tinha um pacote de filé de peito de frango e do lado um de cabotiã, ai pensei: porque não fazer os dois juntos?

O resto dos ingredientes fui decidindo na hora do preparo.. e não é que deu certo?
O resultado final me surpreendeu, ficou muito saboroso!

Ah, quem segue uma alimentação low carb & high fat, pode usar outras partes do frango com mais gorduras! É que eu tenho alguns probleminhas (frescuras) e só consigo preparar em casa o filé de peito de frango!


Frango cozido com cabotiã e pupunha

Ingredientes
  • 500 g de peito de frango cortado em cubinhos
  • 500 g de cabotiã sem casca e cortada em pedaços médios
  • 1 vidro de palmito pupunha picado
  • 1 colher de sopa de óleo de coco extra virgem
  • 1/2 cebola média picada
  • 1 1/2 colheres de chá de curry
  • 2 colheres de sopa de leite de coco
  • 1 xícara de água
  • sal a gosto 
  • pimenta do reino a gosto

Modo de preparo
  1. Aqueça o óleo de coco e coloque a cebola para dourar mexendo sempre
  2. Coloque os pedaços de cabotiã na panela, adicione sal e acrescente a água
  3. Deixe cozinhando, sem tampar a panela, por 8 minutos
  4. Enquanto cozinha, numa tigela misture os pedaços de frango com o curry e leite de coco 
  5. Acrescente o peito de frango na panela com a abóbora após o tempo, adicione pimenta do reino e, se achar necessário, um pouco mais de sal. Misture bem, tampe a panela e deixe cozinhando por 15 minutos.
  6. Após esse tempo, tire a tampa e coloque o palmito e misture com o frango e a cabotiã.
  7. Deixe cozinhar por mais 5 minutos sem tampa

Observações
  • Todas as minhas receitas eu gosto de preparar em fogo baixo, com essa não foi diferente!
  • Prove o palmito antes de começar, se achar ele meio durinho coloque um pouco antes na panela, deixando ele cozinhar por mais tempo. O que eu usei estava bem me molinho!

12/04/2014

Omelete de polvilho com calda de framboesas

Todas as manhãs dos finais de semanas, quando estou em casa, eu experimento uma receitinha nova de omelete para comer de café da manhã. Fico fazendo testes, tirando ou acrescentando ingredientes, mas é quase sempre a mesma base.

E desde quando comecei a me preocupar em comer um pouco mais de carboidratos, eu adiciono polvilho doce nas receitas, que nada mais é do que fécula de mandioca sem passar pelo processo de fermentação. Já a fécula fermentada é o polvilho azedo.

O que isso vai mudar nos preparos das receitas: o polvilho azedo vai deixar sua massa mais areada e com um sabor mais ácido por causa desse processo industrial de fermentação pelo qual passou, já o doce não deixa tão areada e tem um sabor mais suave!

Eu escolhi o doce, por ser um produto mais próximo do que a natureza oferece!

Vamos pra receitinha que fiz hoje cedo? 
Lembrando que são só ideias... use as quantidades que achar melhor para você!

     Omelete de polvilho
Omelete com calda de framboesa com
cacau acompanhado de café com
leite de coco!
  1. Bata com um garfo dois ovos inteiros numa tigelinha/bowl com uma pitada de sal
  2. Acrescente 2 colheres de sopa de polvilho doce e misture.
  3. Coloque 1 colher de sopa de água quente (ajuda a dissolver melhor o polvilho) e misture bem.
  4. Quando a mistura ficar mais homogênea, misture 1 colher de sopa de farinha de linhaça e 2 colheres de sopa de coco ralado sem açúcar.
  5. Por último, acrescente 1/2 colher de café de bicarbonato de sódio.
  6. Coloque na omeleteira, já quente, por 10 minutos. Caso você não tenha a omeleteira elétrica, coloque numa frigideira.
     Calda de framboesa com cacau
  • Enquanto o omelete esquentava, coloquei num potinho de vidro: 2 colheres de sopa de framboesas congelas e despejei um pouquinho de água quente (usei a água que esquentei para preparar o café). Depois coloquei 1/2 colher de sopa de cacau em pó sem açúcar e levei no micro por 1 minuto. Coloquei por cima do omelete, depois de pronto!




11/04/2014

As funções do colesterol

Parte V do conteúdo "O mito do colesterol" escrito pela nutricionista Alice Dalpicolli Rodrigues.
Se você ainda não leu os outros textos, acho melhor começar por aqui! ;)

O MITO DO COLESTEROL
por Alice Dalpicolli Rodrigues

Parte V - As funções do colesterol


A triste notícia é que se continuarmos procurando baixar os níveis de colesterol da população, nos tornaremos uma geração de zumbis!

Em 2010, Ron Krauss publicou um trabalho revolucionário: a descoberta de que existem 11 sub-tipos de LDL, que se dividem por tamanhos das moléculas e onde apenas os dois sub-tipos de moléculas menores é que são prejudiciais, ou seja, os outros 9 não são prejudiciais. E mais, dieta gordurosa aumenta a forma benigna do LDL, quem aumenta a forma maligna são os carboidratos refinados. (Fonte: The American Journal of Clinical Nutrition. P.W Siri-Taurino, Q.Sun, F. B Hu, and R. M Krauss. Satured fat, carbohydrate, and cardiovascular disease. Am. J. Clinical Nutrition, March 1, 2010; 91(3): 502-509)

Vamos tentar colocar os “pingos nos is”:
LDL – “leva colesterol do fígado pras células”
HDL – “trás colesterol das células para o fígado” 
LDL só passa a ser um problema quando ela é modificada por oxidação e glicação, tornando-se então aterogênica e constituindo um fator extremamente importante na ocorrência das doenças cardiovasculares. Macrófagos expressam receptores que captam a LDL modificada, formando as células espumosas que irão formar a placa aterosclerótica.

O Colesterol é indispensável para:
- Síntese de vitamina D
- Absorção de cálcio
- Produção biliar (bile que ajuda a digerir os alimentos)
- Produção de Mielina (tecido cerebral)
- Permeabilidade da membrana celular
- PRODUÇÃO DE HORMÔNIOS ESTERÓIDES
  *se os níveis de colesterol chegarem a menos do que 140mg/dl, a capacidade de produção         destes hormônios, também chamados de sexuais, fica comprometida!

Tentando explicar resumidamente uma das funções vitais do colesterol no cérebro: uma vez que o colesterol compõe a bainha de mielina e tem importância na fluidez das membranas, suas alterações podem prejudicar as trocas de íons e de nutrientes. Os neuroesteróides, hormônios como testosterona e estrogênio, influenciam a formação da memória e são oriundos da molécula de colesterol, ou seja, sem colesterol eles não existem, não conseguem ser formados.

Continua no próximo post:

Filé de Saint Peter com camarões

Mais um ideia saborosa para você preparar com o filé de Saint Peter, também conhecido como tilápia!


Filé de Saint Peter com camarões
Mise en place dos ingredientes


     Ingredientes
  • 2 filés de Saint Peter
  • 250 g camarões limpos e pré-cozidos 
  • 1 colher de chá de óleo de coco
  • 1/2 limão espremido
  • mix de pimentas ou pimenta do reino
  • sal marinho
  • ervas de provence 
  • 15 tomatinhos 
  • 1 cebola

     Modo de preparo
O resultado!

  1. Pré-aqueça o forno na temperatura 220/260º
  2. Forre a assadeira com papel alumínio com o lado brilhante voltado para cima (lado do assado) e deixe sobrar para os lados para poder fechar depois como uma trouxinha
  3. Unte o papel alumínio na parte aonde irá colocar o peixe com óleo de coco utilizando o pincel 
  4. Coloque o peixe na assadeira e tempere os dois lados com meio limão, sal e pimenta a gosto
  5. Espalhe os camarões limpos e pré-cozidos por cima do peixe (eu já comprei o camarão dessa forma na sessão de congelados do mercado)
  6. Salpique ervas de provence por cima dos filés e camarões
  7. Corte uma cebola em quatro partes e coloque nos cantos da assadeira
  8. Corte os tomatinhos ao meio e arrume ao redor dos filés
  9. Feche o papel alumínio formando uma trouxinha e coloque no forno por 20 minutos
  10. Após esse tempo, abra o papel alumínio e deixe por mais 5 minutos

10/04/2014

A verdade por trás dos exames

O quinto texto da série "O mito do colesterol" escrito pela nutricionista Alice Dalpicolli Rodrigues.
Se você ainda não leu os outros, acho melhor começar por aqui! ;)

O MITO DO COLESTEROL
por Alice Dalpicolli Rodrigues

Parte IV - A verdade por trás dos exames


As pessoas ficam preocupadas quando olham o resultado de um exame de sangue e percebem que seu valor não está dentro da faixa considerada normal. Mas, o que tem acontecido é que os valores de referências de exames considerados normais têm baixado cada vez mais, mas incrível perceber que ninguém fala sobre os motivos! Vejamos:

Quem costuma realizar exames?
Pessoas de meia idade e idosos.

Quais medicações são as mais usadas na atualidade?
Entre outras, as Vastatinas, que servem para baixar colesterol.

Porque os níveis considerados como normais para colesterol têm baixado progressivamente?
Há cerca de 10 anos atrás, considerava-se normal Colesterol até 240. Hoje o aceito como melhor deve ser menor do que 190. Se as médias são periodicamente calculadas sobre aqueles que fazem os exames e tendo em vista que os que realizam “check ups” são as pessoas de meia idade e idosos que em grande parte estão fazendo uso das drogas que baixam colesterol, as médias estão sim baixando.

De tempos em tempos, médicos e burocratas se reúnem e determinam estas modificações de parâmetros com base na mudança da média da população (que parte também das médias das bases que os laboratórios realizam), mas sofrendo uma influência importantíssima da pressão da indústria farmacêutica.

Sabe quando uma lei deve ser aprovada na política e há pressão de partidos políticos e empresas que irão se beneficiar destas leis? Então, vocês acham que é diferente na medicina só porque estamos falando da saúde das pessoas? Ora, a política também tem gente cuidando do ministério da saúde e desviando verbas, fazendo acordos para se beneficiarem de dinheiro…

Mas qual será o valor normal para um adulto jovem que não está usando droga para baixar colesterol? Qual será o nível que representa saúde e benefício? Pois é, isto de fato é uma questão que com toda a certeza a medicina não está preocupada em responder-lhe, pois a única coisa que a indústria farmacêutica quer é que os médicos acreditem que o colesterol é uma substância “do mal”!

No livro “The Cholesterol Myths”, o contundente médico sueco Uffe Ravnskov, PhD, destrói com lucidez e transparência quase tudo o que se fala de mal sobre nosso mais nobre constituinte orgânico, que vem sendo tão combatido pelo interesse da indústria farmacêutica e também para vender toda a sorte de produtos, principalmente os alimentares, derivados de gorduras vegetais industrializadas (a soja, naturalmente é a mais beneficiada) e uma teia de remédios populares ou de alta tecnologia.

Um dos principais alicerces que validam a comunidade científica oficial é o estudo de Framingham e foi minuciosamente verificado por Ranvskov. Foi um estudo que gastou milhões de dólares de contribuintes americanos, e tanto dinheiro não poderia produzir um resultado que frustrasse a necessidade de se manter vivo a imagem de um inimigo comum: o colesterol. A metodologia estatística não poderia ter chegado a resultado diferente do que seu objetivo: ser a prova técnica da incriminação necessária.

Bom, mas existe uma uma coisa importante a ser explicada. Quem dá dinheiro para incentivar os estudos científicos com drogas, são as próprias indústrias farmacêuticas que investem bilhões na elaboração de novas drogas. Sua busca é na “invenção” de drogas novas e diferentes de tudo que existe na natureza, pois então podem patenteá-las e viver “X” anos sendo as únicas a ter o direito de vender tal medicação.


As coisas funcionam assim: caso um estudo comece a dar errado e diferente do interesse da indústria, obviamente o dinheiro todo investido não será jogado no lixo, então a solução é mudar o foco do estudo e fazer com que dê certo e seja publicado para a comunidade médica. Tão logo publicado e aceito pelos órgãos “idôneos” que regulamentam a aprovação e sabemos que “não aceitam propinas”, no dia seguinte estarão os representantes dando amostras grátis aos médicos e literalmente ensinando-os a usar esta novidade. E assim as novidades são ditadas para a maioria dos médicos: “Agora você não precisa mais usar a droga que usava (provavelmente já caiu a patente e agora pode ser genérico), pois esta nova é mais avançada e melhor!”

Continua no próximo post:

Frango com mostarda e creme de leite

Minha mãe me dava uma força na minha alimentação, quando ainda não estava no low carb & high fat (LCHF), preparando e congelando peito de frango. Isso quebrava um galhão na cozinha pra mim, pois o trabalho que tinha era apenas de ir buscar na casa dela, quando ela não trazia pra mim.

Quando eu comecei a me alimentar com mais gorduras, ainda tinha uns pacotinhos desse frango no congelador da minha casa, mas ele era só temperado com cebola, alho e curry (nem sal eu consumia antes - na época da minha reeducação alimentar) então na hora de comer modificava um pouco para deixar com mais sabor! E foi assim que saiu essa receitinha!


Frango com mostarda e creme de leite


     Ingredientes
  • 350 g de peito de frango
  • cebola, alho e curry (para cozinhar o frango)
  • 1 cebola picada
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • sal a gosto
  • 80 g de alho poró fatiado
  • 1 colher de sopa de mostarda sem açúcar
  • 150 ml de creme de leite

     Modo de preparo
  1. Corte o peito de frango em cubinhos e cozinhe com os tempero por 20 minutos.
  2. Desfie o peito de frango cozido (existem várias técnicas pra isso, mas o que eu faço em casa é passar o frango rápido no processador) e reserve.
  3. Em um outra panela doure a cebola picada na manteiga.
  4. Acrescente o peito de frango desfiado junto com sal.
  5. Coloque o alho poró e a mostarda e misture.
  6. Tampe a panela e deixe cozinhar por 5 minutos.
  7. Retire do fogo e acrescente o creme de leite (eu usei nessa receita o creme de leite em lata, por isso tirei do fogo para ele não talhar, mas se você for usar o fresco, não precisa tirar a panela do fogo porque isso não acontece). 

Como acalmar a inflamação

Continuando na série "O mito do colesterol" escrito pela nutricionista Alice Dalpicolli Rodrigues, esse é o quarto texto. Se você ainda não leu os outros, acho melhor começar por aqui! ;)

O MITO DO COLESTEROL
por Alice Dalpicolli Rodrigues

Parte III - Como acalmar a inflamação

Qual é então a resposta para acalmar a inflamação?

VOLTAR A COMER COMIDA DE VERDADE, consumindo os alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolha carboidratos muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduza ou elimine gorduras omega-6 causadoras de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados que são feitas a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280mg de ômega-6, de soja contém 6.940mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com capim. As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poli-insaturados rotulados como supostamente saudáveis.

Esqueça a “ciência” que tem sido martelada em sua cabeça durante décadas. A ciência que a gordura saturada por si só causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como sabemos agora que o colesterol não é a causa de doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.

A teoria do colesterol levou ao consumo de nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação. A medicina tradicional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6. Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.

O que você pode fazer é escolher alimentos integrais que sua avó servia (frutas, verduras, manteiga, banha de porco) e não aqueles que sua mãe encontra nos corredores de supermercado cheios de alimentos industrializados (cereais, biscoitos e granolas). Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo causados pelo consumo da dieta típica americana. O ideal é voltarmos aos alimentos naturais e muito trabalho físico (exercícios).

Bom, após toda a brilhante explanação do Dr. Dwight, segue uma analogia do Dr. Victor Sorrentino para facilitar a compreensão sobre a ação das estatinas: digamos que você tenha uma fábrica de pólvora que funciona perfeitamente. Então sabiamente é colocado um sensor conectado a um alarme ao lado de sua cama, para que no momento em que ocorra um acidente e pegue fogo dentro da fábrica, seu alarme soe. Bom, isto ocorre, seu alarme soa e você simplesmente vira para o lado e desliga o alarme. Agora transporte isso para o colesterol. Seu corpo, por algum motivo, desde má alimentação, até um erro de processamento bioquímico, envia um sinal para avisá-lo de que algo está possivelmente errado. Colesterol sobe e você vai lá e simplesmente usa uma medicação para baixá-lo. Pois bem, o problema poderá continuar acontecendo só que agora perdemos um biomarcador e dificilmente conseguiremos corrigir a base do problema, se é que está realmente ocorrendo.

Continua no próximo post:

09/04/2014

Os maiores culpados da inflamação crônica

Essa é a parte II da série "O mito do colesterol" escrito pela nutricionista Alice Dalpicolli Rodrigues.
Caso você ainda não tenha visto, eu já publiquei a introdução e a parte I. ;)

O MITO DO COLESTEROL
por Alice Dalpicolli Rodrigues

Parte II -Os maiores culpados da inflamação crônica


Quais são os maiores culpados?

Simplesmente, são a sobrecarga de carboidratos simples altamente processados (açúcar, trigo e todos os produtos fabricados a partir deles), o excesso de consumo de gorduras trans e hidrogenadas (margarina, maionese, doces, pães, biscoitos, recheios, sorvetes) e óleos vegetais ricos em ômega-6 (canola, soja, milho, algodão, girassol). Além destes, adoçantes artificiais, frituras, álcool, refrigerantes e sucos industrializados, sal refinado, aditivos alimentares tais como corantes, conservantes, intensificadores de sabor, que estão presente na imensa maioria dos alimentos industrializados.

Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação. Para ilustrar: enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra. Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados com gorduras trans ou óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras se tornaram a base da nossa dieta durante seis décadas. Esses alimentos foram lentamente viciando e envenenando a todos.

Resumindo: quando consumimos carboidratos simples como o açúcar ou o trigo, a glicemia (açúcar no sangue) sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho. Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina, e a glicose se converte em gordura armazenada.

O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.

Fast foods, batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados são fabricados com óleos omega-6 para alongar a vida útil. Enquanto ômega-6 é essencial – e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula – deve estar em equilíbrio correto com o ômega-3. Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citocinas, que causam inflamação. Atualmente a dieta habitual tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras (ômega-3 e ômega-6). A relação de faixas de desequilíbrio varia de 15:1 para tão alto quanto 30:1 em favor do ômega-6. Isso é uma tremenda quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos atuais uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.

Para piorar a situação, o excesso de peso que você carrega por comer esses alimentos, cria sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. O processo que começou com um bolo doce se transforma em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão arterial alta, diabetes, câncer, e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.

Não há como escapar do fato de que quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados com açúcares e embebido em óleos omega-6.

Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação...

O colesterol não é a causa de doenças cardíacas

Esse é o segundo texto da série "O mito do colesterol" escrito pela nutricionista Alice Dalpicolli Rodrigues. Caso você chegou agora, clique aqui para ler a introdução. ;)

O MITO DO COLESTEROL
por Alice Dalpicolli Rodrigues

Parte I - O colesterol não é causa de doenças cardíacas


Abaixo esta transcrita uma carta de 01/06/2011, do renomado cirurgião cardíaco Dr. Lundell Dwight, com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração:

"Colesterol não é a causa de doenças cardíacas"
A terapia ainda aceita atualmente para controlar e reduzir a ocorrência de doenças cardiovasculares é a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringindo a ingestão de gorduras. Qualquer recomendação diferente é considerada uma heresia e pode possivelmente resultar em erros médicos. Pois bem, ela não está funcionando!

Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta há alguns anos que a INFLAMAÇÃO na parede da artéria É A VERDADEIRA CAUSA DA DOENÇA CARDÍACA é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratadas.

As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo ter criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências tem sido desastrosas e apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, do sofrimento humano e de consequências econômicas. Apesar do fato de que 25% da população tomar caros medicamentos à base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais pessoas vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca.

Estatísticas do American Heart Association mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão afetando pessoas cada vez mais jovens em maior número a cada ano.

SEM A PRESENÇA DE INFLAMAÇÃO NO CORPO, NÃO HÁ NENHUMA MANEIRA QUE FAÇA COM QUE O COLESTEROL SE ACUMULE NAS PAREDES DOS VASOS SANGUÍNEOS E CAUSE DOENÇAS CARDÍACAS E DERRAMES. SEM A INFLAMAÇÃO, O COLESTEROL SE MOVIMENTA LIVREMENTE POR TODO O CORPO COMO A NATUREZA DETERMINA. É A INFLAMAÇÃO QUE FAZ O COLESTEROL FICAR PRESO.

A inflamação não é complicada – é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactéria ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.

Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao corpo? Bem, talvez os fumantes, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente. O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poli-insaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.

REPETINDO: A LESÃO E INFLAMAÇÃO CRÔNICA EM NOSSOS VASOS SANGUÍNEOS É CAUSADA PELA DIETA DE BAIXO TEOR DE GORDURA RECOMENDADA POR ANOS PELA MEDICINA CONVENCIONAL.

Quais são os maiores culpados da inflamação crônica?

O mito do colesterol

As pessoas sempre torcem o nariz quando descobrem que eu aumentei o consumo de gorduras na minha alimentação. É bem interessante observar a reação de alguém quando falo que tomo café com óleo de coco todos os dias de manhã, pois eu também pensava assim: o alto consumo de gorduras é prejudicial ao nosso organismo.

Eu fui criada seguindo uma alimentação com poucas gorduras: leites desnatados, queijos magros, carnes magras, azeite super controlado, entre outras coisinhas. Então também estranhei bastante quando descobri que o ideal para nosso corpo é consumir muitas gorduras com poucos carboidratos.

E para perder o medo das gorduras é preciso esclarecer o mito do colesterol, por isso vou repostar aqui uma série de textos sobre o assunto "o mito do colesterol" escritos pela nutricionista Alice Dalpicolli Rodrigues. O texto completo é muito extenso, por isso vou seguir a divisão que ela fez e publicar em partes aqui também, colocando o link no final dessa página, ok?

Vamos lá...

O MITO DO COLESTEROL
por Alice Dalpicolli Rodrigues

Introdução

Esta substância essencial à vida está no topo das grandes preocupações sobre a dieta rica em gorduras que venho estudando, praticando e prescrevendo. O assunto é muito longo, mas importante demais, por isso dividi em um série de posts.

Pessoas que seguem uma dieta low carb-high fat apresentam muitas dúvidas e receios quando apresentam uma elevação nos níveis de colesterol total e LDL (o oposto também ocorre com frequência). Selecionei e adaptei trechos abordados pelo Dr.Victor Sorrentino, Dr. José Carlos Souto e Caio Fleury.

Tenho recebido muitas críticas, pois estou confrontando um assunto consolidado há cerca de 50 anos (que teve por base interesses financeiros muito grandes). Algumas pessoas, leigas e também profissionais, simplesmente não aceitam ou não compreendem as ideias apresentadas. Na realidade os conhecimentos agora expostos são compartilhados há algum tempo por milhares de médicos e cientistas pelo mundo, mas infelizmente (como muita coisa dentro da medicina), não são divulgados amplamente e não chegam a quem tem interesse.

Então, vamos agora, a algumas informações surpreendentes. Esta substância virou vilã de uma hora para outra. Porque uma comunidade inteira de médicos nos diz sistematicamente que o problema da elevação do colesterol é devido ao excesso de gorduras nos alimentos, principalmente gorduras saturadas. O que ninguém esclarece é que o colesterol é formado de carboidratos, e não de gorduras!

Mas e para que existe colesterol dentro de nossos corpos? Porque será que Deus colocou esta arma feita para nos aniquilar dentro de nós mesmos? Porque o primeiro e único alimento oferecido a um recém nascido até seu sexto mês de vida é rico em gordura saturada e colesterol?

Bebês são ótimos exemplos de como nós seres humanos necessitamos de colesterol, pois mamando no peito eles recebem, não por acaso, 50% das calorias disponíveis no leite materno em colesterol puro! Claro, o cérebro humano tem seu peso quase todo de gordura, nada mais interessante do que dispor de condimentos adequados para sua perfeita formação.

O colesterol compõe a membrana de todas as 75 trilhões de células de nosso corpo. Aproximadamente mais de 80% dos níveis sanguíneos de colesterol total são endógenos, ou seja, são produzidos internamente pelo organismo, independente dos alimentos que são consumidos, o que pode ser observado por meio de estudos randomizados e controlados. O colesterol é à base de formação de todos os nossos hormônios esteroidais. 

Estudando fisiologia básica deveríamos questionar a respeito das funções do colesterol e a partir dai repensar sobre os motivos pelos quais fomos levados a acreditar que ter colesterol é a pior coisa que poderia acontecer em nosso corpo.

Houve um grande progresso nos estudos, que indicam o que está por trás do desenvolvimento de doenças cardíacas ao longo dos últimos 10 anos, embora o governo e grandes instituições médicas continuem se atendo a uma ciência falha e incompleta de cinco décadas atrás, para dizer o mínimo, o que contribui para a atual confusão e incompreensão sobre o assunto.

Uma meta-análise publicada em 2012 na Obesity Reviews, com 17 estudos low-carb, constataram que em média não há alterações nos níveis de colesterol LDL dos participantes, embora aumente um pouco em alguns indivíduos e diminua em outros. Contudo, obviamente, houve uma melhora substancial em todos os fatores de risco de desenvolvimento de doenças, como aumento do colesterol HDL “bom”, diminuição dos níveis de triglicérides, insulina, glicose em jejum, pressão sanguínea, perda de peso/gordura visceral (abdominal) e diminui nos níveis da proteína C reativa, que assim como a gordura visceral e os anteriores, é um indicador de inflamação e infecção relacionado à aterosclerose.


08/04/2014

Purê de mandioquinha

Lembram do purê de cabotiã que fiz?!
Então, experimentei seguir a mesma receita mas usando a mandioquinha (batata-baroa, mandioquinha-salsa). E não é que o resultado deu super certo!

Purê de mandioquinha


Ingredientes
  • 500 g de mandioquinha cortada em pedaços pequenos
  • 150 ml de creme de leite fresco
  • 1/2 colher de chá de sal
  • 1/2 colher de café de noz moscada
  • salsinha fresca


Modo de preparo
  1. Cozinhe no vapor a mandioquinha por 25 minutos com a panela tampada.
  2. Após o cozimento esmague as mandioquinhas. Você pode utilizar um esmagador de batatas, como eu não tenho esse utensílio, utilizei o mixer para isso.
  3. Depois de amassadas, adicione o creme de leite, sal e noz moscada e misture bem.
  4. Por último, acrescente as salsinhas. Se quiser, pode usa-las com decoração para servir.


Dicas!
  • Queijo ralado é um outro ingrediente que combina com essa receita, se gostar.. pode colocar antes da salsinha!
  • E para comprar a mandioquinha, escolha as menores e mais amarelinhas. Evite as com mancha marrons ou com cortes na casca.

Abobrinha indiana

A abobrinha faz parte da minha rotina alimentar! Eu estou acostumada a consumir a abobrinha italiana, mas não me pergunte o porque disso, tá? Nunca parei pra pensar...

Outro dia tinha uma abobrinha na geladeira e fiquei com vontade de inovar, fazer algo diferente com ela, pois acabo sempre fazendo refogada ou cozida no vapor. Cheguei nessa receita e achei o resultado bem interessante por causa dos temperos!

Abobrinha indiana


     Ingredientes
  • 1 abobrinha italiana médica cortada em cubinhos
  • 1 colher de sopa de óleo de coco extra virgem
  • 1 colher de chá de alho picado
  • 1 colher de sopa de mostarda sem açúcar (pode usar as sementes)
  • 1 colher de chá de açafrão
  • 1 colher de chá de gengibre em pó
  • pimenta do reino a gosto (ou mix de pimentas)
  • sal a gosto

     Modo de preparo
  1. Aqueça o óleo de coco numa panela no fogo baixo junto com o alho.
  2. Coloque os cubinhos de abobrinha para fritar sempre mexendo.
  3. Adicione os demais temperos e misture bem.
  4. Deixe cozinhar até dar uma amolecida na abobrinha. O ideal é não cozinhar demais para ela ficar crocante.

     Dica!
  • para comprar a abobrinha escolha as mais firmes e com a casca brilhante. Evite as furadas, rachadas, com manchas escuras ou parte moles. As menores são as melhores opções, pois são mais saborosas do que as grandes. E cuidado para não comprar muitas, pois elas podem estragar com facilidade!



Bolinho de carne com queijo

Eu não gosto muito de comer carne vermelha, mas aprendi algumas receitas para fazer o namorado tentar largar o hambúrguer industrializado que vem cheio de ingredientes estranhos!

Essa receitinha acabou sendo um pedido dele de colocar mais sal e queijo numa receita anterior que tinha feito de hambúrguer no estilo kafta! Acabei experimentando um pedacinho quando tirei do forno e até gostei, mas por opção pessoal, prefiro deixar só para ele e continuar comendo peito de frango e peixe.

Ah, como o namorado não segue uma alimentação low carb & high fat (LCHF) dou preferência em escolher um corte de carne mais magro, por isso sempre utilizo o patinho. Mas o ideal para preparar hambúrguer é não usar uma carne tão magra, pois ela acaba deixando ele ressecado. Então, se você não tem problemas com gorduras e segue uma alimentação LCHF, uma boa opção pode ser a fraldinha.

Bolinho de carne com queijo


     Ingredientes
  • 500 g de patinho moído
  • 1/2 cebola picada
  • 2 colheres de chá de alho picado
  • 1 colher de chá de cominho
  • 1 1/2 colheres de chá de sal
  • suco de 1/2 limão
  • hortelã a gosto (usei desidratado)
  • queijo provolone ralado

     Modo de preparo
  1. Coloque a carne no processador e misture bem com a cebola, alho, cominho, sal, limão e a hortelã.
  2. Transfira a mistura do processador para uma tigela e deixe na geladeira por 30 minutos.
  3. Após o tempo, retire da geladeira e acrescente na massa o queijo ralado.
  4. Modele os bolinhos com a mão e achate na quando colocar na assadeira. Para ficarem do mesmo tamanho, eu gosto de medir a quantidade na balança digital, então fiz cada bolinho com 70 g.
  5. Leve para assar no forno preaquecido a 260/280º por 20 minutos.
  6. Tire do forno a assadeira e antes de virar os bolinhos, retire um pouco o líquido que formou.
  7. Vire e coloque no forno por mais 20 minutos.

     Dicas
  • Essa receita fica mais gostosa se servida na hora, mas como não é o caso, pois já faço vários de uma vez, acabo congelando: espero esfriar e embrulho cada um em papel filme.
  • Um dica que aprendi, mas ainda não coloquei em prática, é só colocar o sal na hora que for assar ou grelhar o hambúrguer ou bolinho, assim evita que a carne desidrate e o resultado será mais macio e suculento. Irei testar na próxima receita que fizer para o namorado!